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Cuiabanos avaliam gestão de Abilio Brunini: saúde lidera críticas, mas há quem aprove mudanças
Cuiabanos avaliam gestão de Abilio Brunini: saúde lidera críticas, mas há quem aprove mudanças
15/09/2025 10h31
Por: Redação

As ruas do Centro de Cuiabá nessa sexta-feira (12.09) para ouvir a opinião da população sobre a gestão do prefeito Abilio Brunini (PL). Entre críticas e elogios, a área da saúde apareceu como o principal ponto de insatisfação entre os entrevistados.

Moradora do bairro Novo Paraíso, uma das entrevistadas, avaliou que o prefeito criticou a "habilidade" do gestor com as redes sociais. “Ele é bom na internet, com o digital, mas como prefeito está deixando muito a desejar. A saúde piorou muito. A farmácia do posto do meu bairro está pior do que antes. Ele diz que está cumprindo a agenda do prefeito anterior, mas isso nunca existiu. Parece achar que o povo é um bando de otário”, afirmou.

Gabrielly, do bairro Osmar Cabral, também apontou a saúde como o principal problema da atual gestão. “Na área da saúde, ele está devagar. Se tiver algum problema no dente, a gente vai na UPA, arranca, e mandam só remédio para casa. Não tem retorno. As outras coisas estão excelentes, mas na saúde ele precisa melhorar”, disse.

Já José, morador do Morada do Ouro, avaliou positivamente o mandato. Ele citou melhorias na coleta de lixo e no asfaltamento do bairro. “Antes o lixo estava difícil, hoje está normal. Algumas ruas que não eram asfaltadas agora estão. Não dá para agradar todo mundo ao mesmo tempo, mas no geral ele está sendo um bom prefeito”, comentou. Sobre o estilo direto de Abilio, ele disse acreditar que as falas mais duras causam estranhamento, mas não significam que estejam erradas. “Talvez a palavra no momento seja um pouco forte, mas no final está no caminho certo”, disse.

Maria José, do bairro Altos do Parque, cobrou mais atenção e escuta do prefeito. Ela citou o terminal urbano da Bispo como exemplo de problema ignorado. “Cinco horas da tarde ali é insuportável, um calor absurdo, as pessoas ficam longe do ponto, idosos quase caem. Queria que ele fosse lá ver. No mais, ele está aprendendo”, afirmou.