O auto de prisão em flagrante foi encaminhado à Justiça e homologado, ou seja, o procedimento policial foi reconhecido como formalmente válido pelo judiciário. Apesar disso, a Justiça concedeu liberdade provisória à investigada, com a imposição de medidas cautelares.
A liberdade provisória permite que a pessoa responda à investigação fora da prisão, desde que cumpra as condições determinadas pela Justiça. As medidas cautelares podem incluir obrigações e restrições definidas de acordo com o caso. Os detalhes das condições impostas à jovem não foram informados.
A decisão não significa que o caso foi encerrado ou que a suspeita foi absolvida. A investigação continua para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.