Terça, 20 de Outubro de 2026

Ranking coloca UFMT entre as 40 melhores universidades do Brasil

Ranking coloca UFMT entre as 40 melhores universidades do Brasil

20/10/2026 às 12h03
Por: Redação Fonte: SóNoticias
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Ranking coloca UFMT entre as 40 melhores universidades do Brasil

A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) avançou duas posições no Ranking Universitário Folha (RUF) 2026 e passou a ocupar o 39º lugar entre as universidades brasileiras. A instituição alcançou 73,79 pontos, ante 71,90 registrados na edição de 2025, um aumento de 1,89 ponto na avaliação geral.

O levantamento, elaborado pelo jornal Folha de S.Paulo, avalia o desempenho de instituições públicas e privadas de ensino superior a partir de cinco indicadores: ensino, pesquisa, mercado de trabalho, inovação e internacionalização. Na edição de 2026, foram avaliadas 205 universidades brasileiras.

Os dados das edições de 2025 e 2026 mostram que a UFMT melhorou sua classificação em quatro dos cinco indicadores analisados. O destaque foi o mercado de trabalho, no qual a Universidade avançou 14 posições, passando do 47º para o 33º lugar.

Além do resultado em mercado de trabalho, a UFMT apresentou evolução nos indicadores de internacionalização, ensino e inovação. Em internacionalização, passou da 45ª para a 34ª posição, uma melhora de 11 colocações. Em inovação, avançou da 64ª para a 54ª posição, enquanto em ensino subiu do 57º para o 49º lugar.

No indicador de pesquisa, a Universidade passou da 50ª para a 52ª posição, uma queda de duas colocações. Apesar disso, o resultado geral da instituição aumentou de 71,90 para 73,79 pontos no período.

A classificação permite observar diferentes dimensões do desempenho universitário, considerando tanto a formação acadêmica quanto a produção científica, a relação com o mercado de trabalho e a inserção internacional.

O Ranking Universitário Folha utiliza cinco indicadores para calcular a classificação geral das universidades. Na edição de 2026, os pesos são distribuídos da seguinte forma: pesquisa, com 42%; ensino, com 32%; mercado de trabalho, com 18%; inovação, com 4%; e internacionalização, com 4%.

A edição de 2026 também incorporou mudanças metodológicas, incluindo resultados do Enade das Licenciaturas e do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Outra novidade foi a inclusão de um indicador que considera pesquisas científicas citadas em documentos relacionados à formulação de políticas públicas. As alterações ampliam as dimensões consideradas na avaliação das instituições, contemplando aspectos da formação dos estudantes e da contribuição da pesquisa acadêmica para a sociedade.

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